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Demorei apenas 05 meses para dar continuação nos posts de San Andrés mas antes tarde do que mais tarde ainda ou nunca, né? Então vou contar pra vocês os passeios que eu fiz. Só não vou colocar valores pois infelizmente não anotei na hora e hoje já não lembro mais. Vai lá!

  • Passeio de barco: no hotel que fiquei, o GHL Relax Sunrise, havia uma barraquinha que vendia passeios náuticos. O passeio de barco partia do píer do hotel e era para um pequeno grupo de até 6 pessoas. Incluía 3 paradas para banho, sendo que numa delas é possível observar arraias e estrelas do mar. Valeu a pena pois era um grupo pequeno e as paradas para banho eram de, no mínimo, 30 minutos. Numa das paradas, acabei dando uma volta (com muita emoção) na garupa do jet ski de um colombiano. E assim matei a vontade de passear de jet naquele mar verde claro transparente. Na praia do centro e também no hotel é possível alugar o equipamento.
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Piscina? Não. É o mar de San Andrés mesmo, sem filtro inclusive.

  • Acuario e Jhonny Cay: como já comentei aqui, comprei o ingresso na cooperativa de barqueiros, uma casinha amarela no calçadão da praia central. Fiz o combo Acuario + Jhonny Cay e sai mais em conta do que comprar separado. A saída tem horário marcado e é geralmente cedo, por volta das 8:00h. É só você chegar na cooperativa e logo irão te dar as coordenadas. O mesmo barco que te leva ao Acuario será o mesmo o dia inteiro, então memorize bem a cara do guia. No meu caso era uma cópia do Bob Marley. rs. Primeiro vamos ao acuario que nada mais é que um banco de corais no meio do mar. Não esqueça snorkel, sapatilha, GoPro. Achei bem tumultuado o local e me pareceu meio que uma armadilha pega-turista. Enfim. Já que está na chuva, é pra se molhar. O “guarda-volumes” é uma pessoa que pendura sua mochila debaixo de um guarda-sol e fica ali “cuidando”. Pago, é claro. Tem um barzinho que vende bebidas e só. É como se fosse um banco de areia com um bar no meio. Dá pra ir caminhando pela água mesmo (ou usando pedalinhos) até uma ilhazinha chamada Haines Cay, porém às vezes a água está na altura do peito, e se você tiver pertences nas mãos que não possam ser molhados, ou você aluga um pedalinho para esta travessia de, no máximo, 50 metros ou põe as coisas na cabeça. Haines Cay seria linda se não fosse a quantia de lixo depositada nela. Latinhas de alumínio é o que você mais vê jogado por lá. Judiação, é um paraíso aquele lugar! Bom, no horário marcado, você volta pro barco e eles te levam para Jhonny Cay. O mar é bem agitado e a viagem é pura emoção. Eu como boa brasileira, gritava bem louca cada vez que o fundo do barco batia no mar e jorrava água pra todo lado. Não de medo mas de emoção, “adrena” na veia, gente! A descida em Jhonny é feita na areia, não tem píer. O barco atraca na beira da praia e “se joga, amiga”.  Ali você tem tempo de sobra pra praticar “deboísmo”, seja na sombra de um coqueiro, no mar ou na areia. Tem alguns restaurantes na ilhota mas o menu é igual: arroz com coco, peixe, banana frita, salada. Típico PF. Bem razoável eu diria. Também tem banheiros e algumas tendinhas que vendem bebidas. Como o mar ali é um pouco agitado, é nervoso o embarque nos barcos rumo à San Andrés no final da tarde. As ondas são fortes demais e os barcos são levados pelo mar enquanto as pessoas tentam subir. O jeito é encarar e ficar atento ao horário pra não perder o transporte de volta. No mínimo, será um passeio divertido e que renderá fotos maravilhosas.
  • passeio de mula em volta da ilha: já contei aqui.

Além destes passeios, tem também mergulho com cilindro, parasail (que não fiz porque não reservei antes e é super concorrido) entre outros. Informe-se com seu hotel ou então nas agências de receptivos que tem pela ilha. Eu preferi ficar de “buenas” naquela semana, sem me preocupar com despertador. Foi uma viagem bem relax mesmo.

 

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