Cidade do México

Cheguei no México pelo Aeropuerto Internacional de la Ciudad de Mexico – Benito Juárez ou MEX, num domingo às 06:00h da manhã. Entre sair da aeronave e sentar confortavelmente no táxi que me levaria ao hotel, ‘perdi’ quase 3 horas. A fila para a imigração era imensa e havia poucos funcionários atendendo.

A primeira providência após pegar as bagagens foi procurar uma casa de câmbio. As taxas praticadas nos aeroportos acabam sendo desfavoráveis, mas no caso da Cidade do México, fui indicada a cambiar lá mesmo pois as casas de câmbio da cidade são localizadas em bairros afastados do centro e com taxas menos atrativas. Já na saída do desembarque internacional tem uma penca de estabelecimentos pra você trocar seus dólares, basta você dar uma olhada na melhor taxa.

Feito isso, hora de contratar um táxi. Não é indicado sair do aeroporto e pegar um táxi de rua, muitos deles não são habilitados e/ou não possuem taxímetro. Por  um valor fixo de MXN 205,00 (R$ 35,00) fui do aeroporto à Plaza Garibaldi onde localizava-se meu hotel (em média 10 km de distância). Os valores são fixos dependendo da colonia que você vai. (Colonia é como são chamados os bairros no México). Na mesma área das casas de câmbio, você encontra as empresas de táxi habilitadas. O aeroporto possui uma estação de metrô (linha amarela, estação Terminal Aérea) que te leva facilmente para qualquer região da capital, e custa somente MXN 5,00 (R$ 0,90) o bilhete, e ainda tem chilango (quem nasce na Cidade do México) que pula a catraca!.

Me hospedei no Hotel Plaza Garibaldi, localizado na Plaza Garibaldi, há 07 quarteirões do zócalo (Zócalo é como são chamadas as praças principais das cidades do México, que situam-se nos centros históricos) e há 02 quarteirões da estação de metrô Garibaldi. A Plaza Garibaldi é conhecida como a praça dos mariachis, pois à noite muitos grupos se reúnem para animar turistas e locais. Há um certo barulho, pois eles fazem fiesta a noite toda, mas eu achei tudo aquilo o máximo! Também na Plaza Garibaldi está o MUTEM – Museo del Tequila y el Mezcal.

Fiquei 05 dias na capital mexicana e confesso que deixei para trás alguns lugares que quis conhecer e não deu tempo. Vou listar abaixo os lugares que eu fui, e na sequência farei posts sobre cada um deles (como chegar, quanto custa, informações úteis e um breve relato do passeio).

Para me locomover usei transporte público, metrô e ônibus, que são eficientes e baratos. O bilhete do metrô, como já mencionado acima, custa MXN 5,00 (R$ 0,90) e o bilhete do ônibus custa MXN 6,50 (R$ 1,15). Os bilhetes para o metrô são comprados nas taquillas, localizadas antes das catracas, nas estações. Já os ônibus não possuem cobradores e deve-se colocar o dinheiro trocado num dispositivo ao lado do motorista que parece um hidrante d’água. Eles não dão troco e não tem catraca (pelo menos nos ônibus que andei no DF – Distrito Federal, como é conhecida a Cidade do México – era assim).

Antes de sair do Brasil, baixei o mapa do metrô da Cidade do México em PDF, imprimi colorido em A3 e levei 02 cópias (uma cópia a mais caso perdesse a outra). Existem mapas do metrô nas estações mas não dentro dos trens. Então achei muito útil ter meu próprio mapa, assim já ia planejando a rota enquanto ‘viajava’. O link para o mapa está aqui. Alguns trens mais novos que peguei, possuíam TV’s que anunciavam a próxima estação mas a grande parte deles não tem nem sistema de áudio, então deve-se ficar atento para não passar do ‘ponto’.

Em todas as estações que passei, vi policiais e sistema de monitoramento por câmeras, inclusive placas com o aviso “estação segura”. Muitas delas tinham um espaço reservado na plataforma, exclusivamente, para mulheres e crianças, pois ouvi dizer que existe muito assédio dentro dos trens. Sinceramente não presenciei nenhum fato libidinoso.

Quanto ao clima, dezembro é inverno no hemisfério norte. De manhã e à noite fazia frio como o nosso inverno ponta-grossense, com vento de gelar o pescoço, já que DF está há 2.421 mt acima do nível do mar. Já perto do meio-dia e à tarde fazia calor, que o jeito era se vestir em camadas, como uma cebola. Imagino que o verão seja extremamente quente, pois nos dias em que eu estava somente de jeans e manga curta, as pessoas na rua estavam usando casacos, e algumas até gorros e cachecóis. Luva e gorro até levei, mas não foi necessário. Verifique a previsão do tempo antes de fazer a mala e também antes de sair do hotel.

Em relação ao dinheiro, levei o cartão recarregável Visa Travel Money US$, e um pouco em espécie para pagar pequenas despesas, onde fiz o câmbio no aeroporto. Em geral, no México, muitos lugares não aceitam pagamento em tarjeta, somente em efectivo (cash), então eu acabava tendo que sacar quase sempre. E o que não falta são agências bancárias e caixas automáticos por lá.

Muitos lugares possuem internet inalámbrica, conhecida como wireless. Algumas praças, como a de Puebla e Mérida, oferecem à população wifi gratuita. Só fico imaginando quando teremos isso (ou melhor, SE teremos) no Brasil. E a qualidade não deixa a desejar!

Para finalizar o post de hoje, deixo pra vocês a canção Cielito Lindo, uma canção popular mexicana, escrita em 1882.

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